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Julho Chegou.

Na madrugada de um dia que eu esperava de mais
Uma história que ainda quero viver.
O meu próprio conto, onde eu era a artista, a autora e a diretora.
Todas as cenas do meu drama eram reais e ao mesmo tempo todas planejadas antes de existir.
É engraçado como a vida me prega essas monótonas peças.
Onde de artista me torno palhaça e até protagonista e quem sabe espectadora da minha própria vida.
Deixando levar e a vida me leva assim...
eu esperando dias melhores,
um telefonema talvez,
esperando a hora para me libertar do meu pequeno e apertado casulo e voar.
vivo esperando.

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OUT !

o vazio de não ter ninguem procurar nos lugares errados cinemas, bares e esquinas já não servem para nada. O vazio de um copo cheio de wisky barato a escuradão do balcão esconde minha triste face o garçom que mal espera eu terminar meu copo, já o enche mas vazio sou eu amargo sem coração chegando a ser até frio, nada mais me aquece, nem mesmo o wisky barato. Deixo aquela mesa de bar, casbibaixo e sigo minha direção, volte. volte para mim e traga minha felicidade de volta e eu que achava que eu era digno de tanto amor, acabei vazio como o copo que deixei no balcão.

A vadia.

Como pode o Ser Humano ser tão discartável assim ? somos mesmo uns hipocritas, uma hora amamos e fazemos de alguem seu tudo e na outra hora esse alguem tanto faz. Isso é triste, muito triste. E eu me sinto um monstro.