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pronto, paguei a minha pena, carreguei minha cruz, paguei meus pecados, senti o gosto da amargura que foi machucar voce. Te escrevi milhões de texto e não tive a resposta de sequer um deles. Não estou chorando, não estou triste, não estou lamentando... estou dizendo que estamos bem pela primeira vez desde que nos separamos, estamos quites. Senti o gosto da solidão, o gosto de ainda gostar ''secretamente'', o gosto de não ser correspondida, agora, meu colecionador, estamos quites. Não é um adeus, não confunda esse texto com mais um adeus. Isto é mais uma carta de alforria dos meus sentimentos que a muito tempo estavam condenados pela culpa da dor que te provoquei. Não é um adeus ao amor doente, é uma liberdade dele ir e vim, é a liberdade minha de não doer mais por ele nao poder ficar. Estás livre amargura, podes ir, podes voltar... mas jamais permanecer!
De Casulo de Borboleta. 

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OUT !

o vazio de não ter ninguem procurar nos lugares errados cinemas, bares e esquinas já não servem para nada. O vazio de um copo cheio de wisky barato a escuradão do balcão esconde minha triste face o garçom que mal espera eu terminar meu copo, já o enche mas vazio sou eu amargo sem coração chegando a ser até frio, nada mais me aquece, nem mesmo o wisky barato. Deixo aquela mesa de bar, casbibaixo e sigo minha direção, volte. volte para mim e traga minha felicidade de volta e eu que achava que eu era digno de tanto amor, acabei vazio como o copo que deixei no balcão.

A vadia.

Como pode o Ser Humano ser tão discartável assim ? somos mesmo uns hipocritas, uma hora amamos e fazemos de alguem seu tudo e na outra hora esse alguem tanto faz. Isso é triste, muito triste. E eu me sinto um monstro.