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Quando amanhacer - capítulo IV

Gabriela foi acordada com um beijo, e em retorno deu um sorrizo para Marcelo.
- oi meu anjo . Disse ele
- ooooooi

Gabriela deu um sorrizo maroto e abaixou os olhos para se desviar dos dele. É engraçado mas a garota não estava tão feliz como achava que estaria. Gabriela não compreendia aquela pequena insatisfação, mas quis continuar ali, afinal, ela estava exatamente onde ela queria estar , com ele.
Ele resolveu se levantar e se dirigir ao um banho quente, enquando Gabriela fazia o café da manhã para os dois pombinhos. Leite com ovos .
Passaram a manhã juntos no sofá vendo filme até dar 14:00 e Marcelo ir para o trabalho, prometendo um telefonema e um jantar ás 19:00 . Gabriela ficou em casa e logo em seguida que seu amado saiu , correu para o telefone.
- Brito !
- ooi sumida !
- Socorro, Marcelo ainda é um principe mas o brilho dele está ficando fosco.
- como assim menina ?
- sei la ... to meio sei la
- hmmmm , você ainda não me explicou nada !
- ai esquece, vou trabalhar ... tchau amigo , beijocas...
- tchau

Gabriela se arrumou rapidamente, e saiu correndo para não perder o metrô que a levava para o Cyber café do outro lado da cidade. Estava muito quente, todos a sua volta parecia que estavam dispostos a matar alguem, Gabriela parecia a única do metrô com um sorrizo no rosto. Desceu na estação central. O Cyber Café era o maior fornecedor da cidade, e era um longo trabalho para a Garota até às 22:00 da noite. Chegando lá, estava vazio , ela e nem ninguem conseguia pensar em alguem tomando café em um dia de calor anestesiante como aquele dia, ás vezes entrava um louco ou outro tomava um pequeno expresso e se sentava á bera do seu notebook. Foi assim , até ás 20 horas onde um pé d'agua veio do céu para refrescar as pessoas daquela cidade, chuva abençoada era aquela, além de forte , serviu como abrigo para muitas pessoas que andavam apressadas na rua , logo, cafezinhos comaçaram a ser servidos. Eis que uma moça com um sorrizo terrivelmente tranquilizante pediu a Gabriela uma pequena xícara de chá.

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OUT !

o vazio de não ter ninguem procurar nos lugares errados cinemas, bares e esquinas já não servem para nada. O vazio de um copo cheio de wisky barato a escuradão do balcão esconde minha triste face o garçom que mal espera eu terminar meu copo, já o enche mas vazio sou eu amargo sem coração chegando a ser até frio, nada mais me aquece, nem mesmo o wisky barato. Deixo aquela mesa de bar, casbibaixo e sigo minha direção, volte. volte para mim e traga minha felicidade de volta e eu que achava que eu era digno de tanto amor, acabei vazio como o copo que deixei no balcão.

A vadia.

Como pode o Ser Humano ser tão discartável assim ? somos mesmo uns hipocritas, uma hora amamos e fazemos de alguem seu tudo e na outra hora esse alguem tanto faz. Isso é triste, muito triste. E eu me sinto um monstro.